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Palestra de Jorge Hessen

Palestra que versa sobre a mediunidade, com uma análise sobre os mitos e Fantasias comparados com a Realidade.

 

Local: Paltalk – Sala Espiritismo Net Brasil
Data: 30/07/2006
Hora: 15:00 hs
Formato: MP3 (zipado) 23,8 Mb
Tempo de Duração: 02:24hs

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5 Responses to “Mediunidade – Mitos, Fantasias e Realidade”

  1. [...] Mediunidade – Mitos, Fantasias e Realidade [...]

  2. james almeida disse:

    Inicialmente quero aqui salientar que não sou praticantes do espiritismo e de nenhum outro seguimento, apenas sou curioso, leio muito sobre o espiritismo, algumas dúvidas, as cartas psicografadas pelos mediuns,tendo manifestação dos que já partiram e com as mesmas amenizam o sofrimentos de muitos, eu nunca vi uma carta psicografada de alguem dizendo que deixou um tesouro enterrado ou outra forma de riqueza esquecida, qual o motivo que só escrevem coisas normais???

  3. admin disse:

    O espírito que deixou a vida carnal e tem possibilidades de se expressar em nosso mundo por merecimento dele próprio ou de um familiar geralmente já descobriu o verdadeiro tesouro entre os bens que o “ladrão não rouba e a traça não corrói”. Outras vezes lhe é imposto, pelos espíritos superiores que patrocinam seu intermédio com o plano físico, transmitirem apenas o essencial ao bom ânimo dos entes que receberão sua mensagem. Isso, porém não elimina a possibilidade de um espírito tratar de assuntos de negócios, por exemplo, quando se desencarna deixando a família em penúria e sabendo ter deixado dinheiro escondido em um local ou em uma conta, o espírito pode fazer grande esforço para conseguir transmitir essa informação aos que lhe eram caros.
    Outro ponto a se considerar é que comunicações frívolas ou que agucem a avareza ou ambição de homens geralmente são transmitida por espíritos inferiores, que buscam muito mais se divertirem com a credulidade alheia do que realmente informar.

  4. admin disse:

    Veja o que diz Kardec no capítuo 26 do livro dos médiuns.
    30. Os Espíritos podem indicar-nos tesouros ocultos?
    — Os Espíritos superiores não se ocupam dessas coisas, mas os brincalhões muitas vezes indicam tesouros inexistentes ou podem ainda indicar um lugar enquanto o tesouro se encontra em outro. E isso tem a sua utilidade, por mostrar que a verdadeira fortuna está no trabalho. Se a Providência destina riquezas ocultas a alguém, essa pessoa as encontrará naturalmente e não de outra maneira.
    31. Que pensar da crença nos Espíritos guardiões de tesouros ocultos?
    — Os Espíritos ainda não desmaterializados se apegam às coisas.Os avarentos que ocultaram seus tesouros podem ainda vigiá-los e guardá-los depois da morte. A perplexidade em que caem ao vê-los roubados é um dos seus castigos, até que compreendam a inutilidade dos mesmos para eles. Mas existem também os Espíritos da terra, encarregados de lhe dirigir as transformações interiores, e que, por alegoria, foram transformados em guardas das riquezas naturais.
    Observação – A questão dos tesouros ocultos é do mesmo gênero da questão das heranças ignoradas. Bem louco seria aquele que contasse com as pretensas revelações que lhe podem fazer os malandros do mundo invisível. Já dissemos que quando os Espíritos querem ou podem fazer dessas revelações às fazem espontaneamente, não precisando de médiuns para isso. Eis aqui um exemplo:
    Uma senhora perdera o marido após trinta anos de casamento e estava ameaçada de ser expulsa de sua residência, sem nenhum recurso pelos enteados, para os quais havia sido uma segunda mãe. Seu desespero chegara ao auge e uma noite o marido lhe apareceu e a convidou a segui-lo até o seu escritório. Lá lhe mostrou a sua escrivaninha, que ainda estava selada, e provocando um efeito de segunda vista lhe fez ver no seu interior. Indicou-lhe uma gaveta secreta, que ela não conhecia, explicando-lhe o seu mecanismo e acrescentou: “Eu previ o que está acontecendo e quis assegurar a tua sorte; nessa gaveta estão as minhas últimas disposições; deixei-te o usufruto desta casa e uma renda de…” Depois desapareceu. No dia de tirar os selos judiciais ninguém pôde abrir a gaveta. A senhora então contou o que lhe havia acontecido. Abriu a gaveta, seguindo as instruções do marido, e lá encontraram o testamento conforme o que lhe havia sido anunciado.

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